sábado, 30 de abril de 2011

O Grande Segredo do Tetragrammaton

Teoria Hermética

O JOD-HE-VAU-HE Cabalístico.
“O que está em cima é também o que está embaixo”.
- Hermes Trimegisto

Sobre os Elementos
Tudo o que foi criado, o macrocosmo e o microcosmo, portanto o grande e o pequeno mundos, formaram-se através dos elementos. Por causa disso pretendo, já no começo da iniciação, ocupar-me justamente dessas forças a mostrar especialmente sua profundidade a seu múltiplo significado. Até hoje se falou muito pouco, na literatura oculta, sobre as forças dos elementos, por isso resolvi assumir a tarefa de tratar desse assunto ainda inexplicado e erguer os véus que encobrem as suas leis. Não é nada fácil esclarecer os não-iniciados de modo a levar ao seu conhecimento não só a existência e a ação desses elementos, mas também dar a esses leitores a possibilidade de trabalhar posteriormente com essas forças na prática.
O Universo todo iguala-se ao mecanismo de um relógio, com engrenagens mutuamente dependentes. Até mesmo o conceito da divindade como a entidade de alcance mais elevado, pode ser classificado de modo análogo aos elementos, em certos aspectos. Há mais detalhes sobre isso no capítulo que trata do conceito de Deus.
Nos escritos orientais mais antigos os elementos são definidos pelos Tattwas. Na nossa literatura européia só lhes damos atenção na medida em que enfatizamos seus bons efeitos ou apontamos suas influências desfavoráveis, o que quer dizer portanto que sob a influência dos Tattwas determinadas ações podem ser levadas adiante ou devem ser deixadas de lado. Não há dúvidas sobre a autenticidade desse fato, mas tudo o que nos foi revelado até hoje aponta só para um aspecto muito restrito dos efeitos dos elementos. A prova dos efeitos dos elementos em relação aos Tattwas, para o use pessoal, consta de modo suficientemente explícito nas obras astrológicas.
Porém eu penetro mais profundamente no segredo dos elementos, a por isso escolho uma outra chave, aliás análoga à astrológica, mas que não tem nada a ver com ela. Pretendo ensinar as diversas maneiras de utilizar essa chave até agora desconhecida para o leitor. Trato cada uma das funções, analogias a efeitos dos elementos, em seqüência e com mais detalhes, nos capítulos subseqüentes. Além de desvendar o seu lado teórico, também mostro a sua utilização prática, pois é justamente nela que reside o maior arcano.
Sobre esse grande conhecimento secreto dos elementos já se escreveu no mais antigo livro da sabedoria esotérica, o Tarot, cuja primeira carta, o mago, representa o conhecimento e o domínio dos elementos. Nessa primeira carta os símbolos são: a espada, que simboliza o elemento fogo; o bastão, que simboliza o elemento ar; o cálice, o elemento água; a as moedas o elemento terra.
Aqui podemos perceber que já nos antigos mistérios apontava-se o mago como primeira carta do Tarot, a assim se escolhia o domínio dos elementos como primeiro ato da iniciação. Em homenagem a essa tradição quero também dedicar a maior atenção sobretudo a esses elementos, pois como veremos adiante, a chave para os elementos é um meio universal com o qual se pode solucionar todos os problemas que surgem. De acordo com os indianos, a seqüência dos Tattwas é a seguinte:

· Akasha – o princípio etérico; Ovo negro
· Tejas – o princípio do fogo; Triângulo Vermelho
· Waju – o princípio do ar; Círculo Azul
· Apas – o princípio da água; Crescente Prateado
· Prithivi – o princípio da terra; Quadrado Amarelo

De acordo com a doutrina hindu os quatro Tattwas mais densos formaram-se a partir do quinto Tattwa, o princípio akáshico. Por isso o Akasha é o princípio original, e é considerado como a quinta força, a assim chamada quintessência. Esclarecimentos mais detalhados sobre o Akasha, o elemento mais sutil de todos, serão apresentados ao leitor no capítulo correspondente. As características específicas de cada elemento também serão mencionadas em todos os capítulos subseqüentes, iniciando-se nos planos mais elevados a descendo até a matéria mais densa, inferior. Como o próprio leitor poderá perceber, não será uma tarefa fácil analisar um segredo tão grande da criação a colocá-lo em palavras, de modo a dar a todos a possibilidade de penetrar nesse assunto e construir uma imagem plástica dele.
Mais adiante falarei também sobre a decomposição dos elementos, além de mostrar seu valor prático, para que cada cientista, seja ele químico, médico, hipnotizador, ocultista, mago, místico, cabalista, iogue, etc., possa extrair disso a sua utilização na prática. Se eu conseguir informar o leitor a ponto de pelo menos permitir que ele penetre nesse assunto sabendo utilizar a chave prática naquele campo do conhecimento que lhe agrada mais, então o objetivo do meu livro terá sido alcançado.

O Princípio do Fogo
Tejas – Triângulo Vermelho
Como tivemos oportunidade de mencionar, o Akasha, ou Princípio Etérico, é a origem da criação dos elementos. O primeiro elemento que de acordo com os escritos orientais nasceu do Akasha, é Tejas, o princípio do fogo. Esse elemento, como todos os outros, não age só em nosso plano denso, material, mas em tudo o que foi criado. As características básicas do princípio do fogo são o calor e a expansão; é por isso que no começo da criação tudo era fogo a luz. A bíblia também diz: “Fiat lux – que se faça a luz”. Naturalmente a base da luz é o fogo. Cada elemento, inclusive o fogo, possui duas polaridades, a ativa e a passiva, Le., Plus a Minus (mais a menos). A Plus é a construtiva, criadora, geradora, enquanto que a Minus é a desagregadora, exterminadora.
Sempre se deve considerar essas duas características básicas de cada elemento. As religiões atribuem o bem ao lado ativo e o mal ao lado passivo; mas em princípio o bem e o mal não existem, eles são apenas conceitos da condição humana. No Universo não existem coisas boas ou más, pois tudo foi criado segundo leis imutáveis. É justamente nessas leis que se reflete o princípio divino, a só na. posse do conhecimento dessas leis é que podemos nos aproximar do divino.
A explosão é inerente ao princípio do fogo, a será definida como fluido elétrico para fins de formação de uma imagem. Sob esse conceito nominal compreende-se não só a eletricidade material, densa, apesar de ter com esta uma condição análoga, como veremos a seguir. Naturalmente torna-se claro para qualquer pessoa que a característica da expansão é idêntica à da extensão. Esse princípio do elemento fogo é ativo a latente em tudo o que foi criado, portanto em todo o Universo, desde o menor grão de areia até as coisas visíveis a invisíveis mais elevadas.

O Princípio da Água
Apas – Crescente Prateado
No capítulo anterior tomamos conhecimento da criação a das características do elemento positivo fogo. Neste capítulo descrevo o princípio contrário, o da água. Assim como o fogo, ele também se formou a partir do Akasha, o princípio etérico.
Em comparação com o fogo porém, ele possui características totalmente opostas; suas características básicas são o frio e a retração. Aqui também se tratam de dois pólos: o pólo ativo, que é construtivo, doador de vida, nutriente a preservador; e o negativo, igual ao do fogo, desagregador, fermentador, decompositor, dissipador. Como o elemento água possui em si a característica básica da retração, ele deu origem ao fluido magnético. Tanto o fogo quanto a água agem em todas as regiões. Segundo a lei da criação, o princípio do fogo não poderia existir se não contivesse um pólo oposto, ou seja, o princípio da água. Esses dois elementos, fogo e água, são aqueles elementos básicos com os quais tudo foi criado. Por causa disso é que em todos os lugares sempre temos que contar com dois elementos principais como polaridades opostas, além do fluido magnético a elétrico.

O Princípio do Ar
Waju – Círculo Azul
Outro elemento que se formou a partir do Akasha é o ar. Os iniciados encaram esse princípio não como um elemento real, mas colocam-no numa posição intermediária entre o princípio do fogo e o da água; o princípio do ar, como meio, por assim dizer, produz um equilíbrio neutro entre os efeitos passivo a ativo do fogo a da água. Através dos efeitos alternados dos elementos passivo a ativo do fogo a da água, toda a vida criada tomou-se movimento.
Em seu papel intermediário, o princípio aéreo assumiu do fogo a característica do calor, a da água a da umidade. Sem essas duas características a vida não seria possível; além disso elas também conferem ao princípio aéreo duas polaridades: no efeito positivo a da doação da vida, a no negativo, a exterminadora.
Quanto aos elementos citados, devemos acrescentar que não se tratam de fogo, água a ar comuns – na verdade só aspectos do plano material denso – más sim de características universais dos elementos.

O Princípio da Terra
Prithivi – Quadrado Amarelo
Já dissemos que o princípio do ar não representa propriamente um elemento em si, a essa afirmação vale também para o princípio da terra. Isso significa que, do efeito alternado dos três elementos mencionados em primeiro lugar, o elemento terra formou-se por último, pois através de sua característica específica, a solidificação, ela integra em si todos os outros três. Foi justamente essa característica que conferiu uma forma concreta aos três elementos. Ao mesmo tempo porém foi introduzido um limite ao seu efeito, o que resultou na criação do espaço, da dimensão, do peso, e do tempo. Em conjunto com a terra, o efeito recíproco dos outros três elementos tomou-se quadripolar. O fluido na polaridade do elemento terra é eletromagnético. Como todos os elementos são ativos no quarto elemento(o da terra) toda a vida criada pode ser explicada. Foi através da materialização da vida nesse elemento que surgiu o “Fiat”, o “faça-se”.
Outras explicações mais detalhadas dos efeitos específicos dos elementos nas diversas esferas a reinos, como no reino da natureza, no reino animal, no reino humano, etc., poderão ser encontradas no conteúdo subseqüente do livro. O importante é que o leitor consiga ter uma idéia geral do funcionamento a dos efeitos dos princípios dos elementos em todo o Universo.

A Luz
O princípio do fogo é a base da luz; sem ele a luz jamais poderia existir. Por isso ela é um dos aspectos do fogo. Todos os elementos do fogo podem ser convertidos em luz a vice versa. É por isso que a luz contém todas as características específicas: é luminosa, penetrante, expansiva. O oposto da luz é a escuridão, que surgiu do princípio da água, a possui as características específicas opostas às da luz. Sem a escuridão a luz não só seria irreconhecível, como não poderia existir. Assim podemos perceber que a luz e a escuridão surgiram a partir da alternância de dois elementos, ou seja, do fogo a da água. Em seu efeito, a luz possui a característica positiva e a escuridão a negativa. Essa alternância ocorre em todas as regiões.

O Akasha, ou o Princípio Etérico
Ovo negro
Na descrição dos elementos, eu mencionei que estes surgiram a partir do princípio etérico. Por causa disso ele é o mais elevado de todos, o mais poderoso a inimaginável; ele é a origem, o fundamento de todas as coisas a de toda a criação. Em resumo, ele é a esfera primordial. É por isso que o Akasha é isento de espaço e de tempo. Ele é o não criado, o incompreensível, o indefinível. As religiões chamam-no de Deus. Ele é a quinta força, a força primordial; ele é aquilo que contém tudo o que foi criado a que mantém tudo em equilíbrio. É a origem e a pureza de todos os pensamentos e idéias, é o mundo das coisas primordiais no qual se mantém tudo o que foi criado, desde as esferas mais elevadas até as mais baixas. É a quintessência dos alquimistas. É tudo em todas as coisas.

Do Livro Iniciação ao Hermetismo de Franz Bardon

domingo, 24 de abril de 2011

Trecho do livro "A grande Rebelião" de Samael Aun Weor

" O Cristo é o Fogo do Fogo, a Chama da Chama, a Assinatura Astral do Fogo.
  Sobre a cruz do Mártir do Calvário está definido o Mistério do Cristo com uma só palavra de 4 letras: INRI - Ignis Natura Renovatur Integra - "O Fogo Renova Integralmente a Natureza"
  O advento do Cristo no coração do homem nos transforma radicalmente. O Cristo é o Logos Solar, a Unidade Múltipla Perfeita. O Cristo é a vida que palpita no universo inteiro, é o que é, o que sempre tem sido e o que sempre será. "

sábado, 23 de abril de 2011

Sobre Robet Happé

"Nosso planeta foi criado para ensinar à alma o equilíbrio entre o mundo espiritual e o mundo físico. Muitos se esqueceram de que somos essencialmente seres espirituais com consciência criadora. Somente por meio do esforço combinado de todos aqueles que vêem com clareza, é que consiguiremos elevar o nível de consciência presente e, assim, tornar a Terra um lar mais leve." (R.H.)


Os vídeos abaixo, assim como mais informações sobre quem é Robert Happé estão disponíveis em: http://www.roberthappe.net/index.asp

Como lidar com o caos que estamos vivendo agora

Robert Happe - Como se conectar com a Intuição

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A PÁSCOA SOB UM OLHAR ASTRONÔMICO


Este é o sol. Desde o ano de 10.000 A.C, a história abunda em pinturas e escritos que refletem o respeito e a adoração dos povos por este astro. E é simples entender o porquê, com seu aparecimento todas as manhãs, trazendo visão, calor e segurança, salvando-os do frio, e da escuridão da noite, repleta de predadores. Sem ele, todas as culturas perceberam que não haveriam colheitas nem vida no planeta. Estas realidades fizeram do sol o astro mais adorado de todos. Todavia, muitos estavam atentos também às estrelas. As estrelas formavam padrões que lhes permitiu reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos em tempos. Eles catalogaram grupos celestiais daquilo que conhecemos hoje como constelações.


Esta é a cruz do Zodíaco, um dos mais antigos símbolos na historia da humanidade. Ela representa o trajeto do sol através das 12 maiores constelações no decorrer de um ano. Ela também representa os 12 meses do ano, as 4 estações, solstícios e equinócios.
  

O termo Zodíaco (do grego zoion = animal) está relacionado com o fato das constelações serem, em sua maioria, antropomorfismos ou personificações de animais.
Por outras palavras, as primeiras civilizações não só seguiam o sol e as estrelas, como também as personificavam através de mitos que envolviam os seus movimentos e relações.
O sol, com o seu poder de dar vida e de salvar também foram personificados como se representasse um criador ou um deus… “Deus Sol”, a luz do mundo, o salvador da humanidade.
Igualmente, as 12 constelações representaram lugares de viagem pra o Deus Sol e foram nomeados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo. Por exemplo, Aquarius, o portador da água que traz as chuvas da Primavera no hemisfério Norte.
Este é Hórus. Ele é o Deus Sol do Egito de 3.000 A.C.


Ele é o sol antropomorfizado e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do sol no céu.
Dos antigos hieróglifos egípcios, conheceu-se muito sobre esse Messias solar. Por exemplo, Hórus, sendo o sol (ou a luz) tinha como inimigo o deus Set, que era a personificação das trevas ou da noite. E metaforicamente falando, todas as manhãs Hórus ganhava a batalha contra Set, e no fim da tarde, Set conquistava Hórus e o enviava para o mundo das trevas.
Será importante frisar que “Trevas x Luz” ou “Bem x Mal” tem sido uma dualidade mitológica onipresente e que ainda hoje é usada em muitos níveis.


No geral, a estória de Hórus é a seguinte: Hórus nasceu em 25 de Dezembro da virgem Isis-Meri. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no Leste, que por sua vez, foi seguida por 3 reis em busca do salvador recém nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio nos ensinamentos, e aos 30 anos ele foi batizado por uma figura conhecida por Anup e assim começou seu ministério. Hórus teve 12 discípulos e viajou com eles, fazendo milagres tais como curar os enfermos e andar sobre as águas
Hórus também era conhecido por vários nomes como: A verdade, A luz, o Filho Adorado de Deus, o Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre muitos outros. Depois de ter sido traído por Tifão, Hórus foi crucificado, enterrado por 3 dias, e então ressuscitou.
Estes atributos de Hórus, originais ou não, parecem influenciar várias culturas mundiais, e muitos outros deuses encontrados com a mesma estrutura mitológica


Attis, da Phyrigia, 1200 a.C., nasceu da virgem Nana em 25 de Dezembro, crucificado, foi posto na tumba e 3 dias depois ressucitou.


Krishna, da Índia, 900 a.C., nasceu da virgem Davaki com uma estrela no Oriente assinalando sua chegada, fez milagres juntamente com seus discípulos, e após sua morte, ressuscita.


Dionísio da Grécia antiga, 500 a.C., nasceu de uma virgem em 25 de Dezembro, foi um professor peregrino que praticou milagres como transformar água em vinho, e é referenciado como “Rei dos Reis”, “Filho Unigênito de Deus”, “O Início e o Fim”, entre muitas outras coisas, e após sua morte, ressuscitou.


Mithra, da Pérsia, 1200 a.C., nasceu de uma virgem em 25 de Dezembro, ele teve 12 discípulos e fazia milagres, e após sua morte foi enterrado por 3 dias e então ressuscitou, ele também foi chamado de “A verdade”, “A Luz” entre outros. Curiosamente, o dia sagrado de adoração à Mithra era em um Domingo.

O que importa salientar aqui é que existiram inúmeros salvadores, em diferentes períodos, em diversos lugares da terra que preenchem estas mesmas características.
A pergunta que não quer calar: O porquê destes atributos!? Por que o nascimento de uma virgem em 25 de Dezembro? Porquê a morte e a ressurreição após 3 dias? Porquê os 12 discípulos ou seguidores? Para descobrirmos, vamos examinar o mais recente dos Messias solares.


Jesus Cristo nasceu em 25 de Dezembro em Belém. Ao nascer foi anunciado por uma estrela no Oriente, a estrela de Belém, que seria seguida por 3 Reis magos para encontrar e adorar o novo salvador. Tornou-se pregador aos 12 anos, aos 30 anos foi batizado por João Batista, e então iniciou seu ministério. Jesus teve 12 discípulos que viajaram com ele praticando milagres como curar doentes, andar sobre a àgua, ressuscitar mortos. Ele também é conhecido como o “Rei dos Reis”, O “Filho de Deus”, A “Luz do Mundo”, O “Início e o Fim”, O “Cordeiro de Deus” entre muitos outros. Depois de ter sido traído por seu discípulo Judas por 30 moedas de prata, ele foi crucificado, posto em uma tumba e após 3 dias ele ressuscitou e ascendeu aos céus.


Em primeiro lugar, a sequência do nascimento é completamente astrológica. A estrela no Oriente é Sirius, a mais brilhante do céu noturno, que em 25 de Dezembro se alinha com outras 3 estrelas brilhantes no cinturão de Órion. Na maioria dos países, essas 3 estelas brilhantes são chamadas hoje como eram na antiguidade: Três Reis (Três Marias, no Brasil e Portugal). Os Três Reis e a estrela mais brilhante, Sirius, todas apontam para o nascer do sol em 25 de Dezembro. Esta é a razão pela qual os Três Reis “seguem” a estrela ao Leste, em uma ordem que apontam o amanhecer – O Nascimento do Sol.


Existe outro fenômeno muito interessante que ocorre em 25 de Dezembro, é o solstício de inverno no hemisfério Norte. Do solstício de verão ao solstício de inverno, os dias se tornam mais curtos e frios. Da perspectiva de quem está no hemisfério norte, o sol parece se mover para o sul, ficando menor e mais fraco. O encurtamento dos dias e o fim das colheitas conforme se aproxima o solstício de inverno, simbolizavam o processo de morte.  Era a morte do Sol. Pelo 22º dia de dezembro, dia dos solstício, o falecimento estava completamente realizado, e faz com que atinja seu ponto mais baixo no céu. Aqui algo curioso acontece: O Sol “pára” de se mover por 3 dias, ou seja, o seu nascimento parece ocorrer exatamente no mesmo ponto do horizonte, o seu deslocamento no final da sua tragetória anual fica imperceptível. Durante estes 3 dias, o Sol fica pelas redondezas da constelação do Cruzeiro do Sul (ou Crux ou Alpha Crucis), que na Antiguidade era visível a partir do Mediterrâneo. Depois desse período, em 25 de Dezembro, o Sol se move 1 grau, desta vez para o norte, trazendo perspectiva de dias maiores, mais calor e a Primavera. E assim se diz: o Sol morreu na cruz, ficou morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer mais uma vez. Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros deuses solares compartilham da idéia de crucificação, morte por 3 dias e o conceito da ressurreição. É o período de transição do sol antes de mudar para a direção contrária no Hemisfério Norte, trazendo a primavera, e assim a salvação. Todavia, eles não celebram a ressurreição do sol até ao equinócio da primavera, ou Páscoa. Isto é porque no equinócio da primavera do hemisfério norte, o sol domina oficialmente o mal, as trevas, com o período diurno se torna mais longo que o noturno, e o revitalizar da vida na primavera emerge.


Agora, provavelmente a analogia mais óbvia de todas neste simbolismo astrológico são os 12 discípulos de Jesus. Eles são simplesmente as 12 constelações do zodíaco, com que Jesus, sendo o sol, viaja. De fato, o número 12 está sempre presente ao longo da bíblia. Esse livro é mais astrológico do que qualquer outra coisa.


Voltando à Cruz do zodíaco, O elemento figurativo da vida é o sol, isto não era uma mera representação artística ou ferramenta para seguir os movimentos do sol. Era também um símbolo espiritual pagão, uma logo grafia similar a isto. Originalmente a cruz não é um símbolo do cristianismo. É uma adaptação pagã da cruz do zodíaco. Esta é a razão pela qual Jesus nas primeiras representações era sempre mostrado com a sua cabeça na cruz, Jesus é o sol, Filho de Deus, a Luz do Mundo, o Salvador a erguer-se, que “renascerá,” assim como o faz todas as manhãs, a Glória de Deus que defende contra a força das trevas, assim como “renasce” a cada manhã, e que pode ser “visto através das nuvens” “Lá em cima nos céus,” com a sua “coroa de espinhos”, ou, os raios de sol. É interessante também observar as muitas contradições entre Mateus e Lucas, os dois únicos evangelistas que chegam a falar do nascimento de Jesus. Todas as características mais essenciais da lenda de Jesus, incluindo a estrela de Belém, a virgindade da mãe, a veneração do bebê por reis, os milagres, a crucificação, a ressurreição e a ascensão são empréstimos — cada uma delas — de outras religiões que já existiam na região do Mediterrâneo e do Oriente próximo, conforme vimos acima.
Mateus tinha um problema a resolver: fazer cumprir as profecias messiânicas que diziam que o salvador seria descendente de Davi, nascimento em Belém um milênio antes, por linhagem paterna, pelo bem dos leitores judaicos. Assim ele moveu toda a família de Jesus, de Nazaré até Belém. O pretexto para a viagem era uma exigência do Império Romano de que as pessoas deveriam estar na cidade de seus antepassados para que fosse feito o ressenceamento da época. No entanto, diante de tal exigência, quem é que se deslocaria até o lugar em que nascera seu antepassado de 1000 anos atrás? Interessante observar também que, mesmo hoje em dia, com registros de nascimento precisos, obrigatórios e seguros em cartórios, ninguém é capaz de identificar seus antepassados há pouco mais de um século.
Assim o desejo de Mateus entrou em rota de colisão com o desejo de Lucas de adaptar o cristianismo tornando melhor aceito pelos gentios, e portanto de utilizar pontos há muito conhecidos e populares das religiões pagãs helénicas (virgindade da mãe, adoração por reis, ressurreição, etc.). As contradições resultantes são evidentes, mas sempre minimizadas pelos fiéis. Como Jesus nasceria de uma virgem se era também descendente de Davi por linhagem paterna?
Além disso, o personagem de Jesus, literalmente e astrologicamente um híbrido, só demonstra o quão plágio do Deus-Sol Hórus do Egito ele é. Por exemplo, inscrito à 3500 anos atrás, nas paredes do Templo de Luxor no Egito. Estão imagens da enunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. As imagens começam com o anúncio à virgem Isis de que ela irá gerar Hórus, que Nef, o Espírito Santo irá engravidar a Virgem, e depois o parto e a adoração. E que é não mais do que o milagre da concepção de Jesus. Na verdade, as semelhanças entre Hórus e Jesus são flagrantes.
A realidade consiste em que, Jesus foi a divindade solar do setor gnosticista cristão, e tal como outros deuses pagãos, era uma figura mítica. Foi sempre o poder político que procurou monopolizar a figura de Jesus para controle social. Por 325 D.C. em Roma, o Imperador Constantino reuniu o ‘Concílio Ecuménico de Nicéia’. E foi durante esta reunião que as doutrinas políticas com motivação cristã foram estabelecidas e assim começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual. E nos 1600 anos que se seguiram, o Vaticano dominou politicamente e com mão de ferro, toda a Europa, conduzindo-a a um período de obscurantismo onde o conhecimento era apenas um privilégio da Igreja, às Cruzadas e à Santa Inquisição.
O Cristianismo, bem como todas as crenças teístas, são a fraude desta Era. Serviu para afastar o seres humanos do seu meio natural, e da mesma maneira, uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade. Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que “Deus controla tudo”, e que por sua vez os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da perseguição Divina. E o mais importante, dá o poder aqueles que sabem a verdade e usam o mito para manipular e controlar sociedades. O mito religioso é o mais poderoso dispositivo já criado, e serve como base psicológica para que outros mitos floresçam ou o justifiquem.

Por Ricardo Braida (http://ricardobraida.wordpress.com/2008/03/02/zeitgeist-a-maior-estoria-ja-contada-transcrita/#comment-366), a transcrição (exceto a parte [s101]) da 1a parte do filme “Zeitgeist”. Veja aqui o filme na íntegra: http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906

“Milagre não é ter transformado água em vinho, nem ressuscitar ao terceiro dia; milagre é acreditarem nisso tudo” –Mário Quintana

“Meu conselho para quem quer ter uma criança sadia e feliz é mantê-la o mais longe possível de uma igreja. Crianças são ingênuas e confiam em todo mundo. Escola já é ruim mas se levá-la para a igreja, então está querendo mesmo problemas” Frank Zappa

O Caminho do Auto Conhecimento

Não aceite outro Mestre senão o seu Eu Supremo.
Confie em sua intuição, ela é Deus falando com você.
Desconfie de seus sentidos, eles são limitados.
Não importa em qual direção você dê o primeiro passo, ele será sempre o início.
Se sentir perdido é parte da caminhada.
Faça e nada diga, assim a cizânia não será nunca semeada em teu plantio.
Não olhe para trás jamais, para que não ocorra contigo o que ocorreu com a mulher de Lot.
Faça o que tu queres pois é tudo da Lei.
A Coincidência é a piada dos racionalistas, sorria.
Dois (2) é maior que (1), use os ouvidos duas vezes mais que a boca.Use os olhos duas vezes mais que a boca, use as mãos duas vezes mais que a boca.
Pratique o Amor em todos os momentos e em todos os lugares.
Medite.
Jejue.
Você é Luz. EU SOU Luz.
Você é Deus em ação aqui e agora. EU SOU Deus em ação aqui e agora.
Dentro de você habita a essência da Mãe Divina, desperte-a.
Somos todos seres SOLARES.
Tua verdade é única e intransponível, a verdade de teu irmão também é única e intransponível, portanto não tente impor a tua verdade sobre a de ninguém.
Você está onde deveria estar.
Todas as respostas moram dentro.
Não existe certo e errado. Tudo o que existe É O QUE É.
Tua casa é teu templo.
O único pecado que existe é não realizarmos nosso Eu Supremo.
Cultue e respeite a Natureza, ela é tua origem.
Cultue e respeite todos os seres vivos, você também é um ser vivo e deveria saber o que é estar vivo.
Todo homem e toda mulher é uma estrela.
Tudo é Mágica, se não percebes é porque está vendo com o olho errado.
O Universo mora dentro você assim como você mora dentro do Universo, não existe fim e não existe início.
Se estudares por séculos a fio, mesmo assim saibas que nada sabes.
Tome teu lugar, assuma tua vida.
Respire e Inspire usando a Matemática.
Inspire-se.
Agradeça.
Boa Viagem!

Ass: Flávia Pelegrini

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Yoga da Eterna Juventude

Obra: Yoga da Eterna Juventude
Autor: Samael Aun Weor
Sinopse: Exercícios de cura e rejuvenescimento.
"Esta obra, Manancial de Juventude, não foi escrita diretamente pelo Mestre Samael Aun Weor. Ela foi editada a partir dos ensinamentos passados oral e diretamente pelo Mestre a Efrain Villegas, em 1972-73. Trata-se de transcrição de parte da obra original Transformación Radical. Sabemos existir, no Brasil, várias compilações desse mesmo tema. Porém, este exemplar, que você tem em mãos, representa o texto integral do que ditou e ensinou o Mestre ao nosso irmão Efrain, no final de 1972 ou início de 1973."
Link: Yoga da Eterna Juventude